Na manhã de sábado, 30 de setembro, em comum acordo com comunidade escolar, os alunos dos dois turnos da escola, como em agosto (Cf. AQUI) se dirigiram mais uma vez ao Centro de Parnaíba, onde, puderam revisitar o passado de nossa cidade; desta vez, se visitou três pontos turísticos: o Cajueiro Humberto de Campos, plantado pelo escritor maranhense em 1896, a casa onde morou o escritor e a centenária Praça Santo Antônio.
A aula-passeio foi ministrada por nosso diretor, Prof. Hermerson Saulo; todos os professores participaram da atividade e nossos funcionários dos serviços gerais também nos acompanharam; além destes, algumas voluntárias do Programa Novo Mais Educação nos acompanharam na ação.
A aula-passeio foi ministrada por nosso diretor, Prof. Hermerson Saulo; todos os professores participaram da atividade e nossos funcionários dos serviços gerais também nos acompanharam; além destes, algumas voluntárias do Programa Novo Mais Educação nos acompanharam na ação.
Na praça Santo Antônio foi possível relacionar a um tema da semana que estavam também estudando: o trânsito; as placas e demais sinalizações no entorno da praça foram bastante exploradas. Na praça também se conheceu o Monumento do Centenário da Parnaíba, obelisco construído em homenagem à cidade pelos trabalhadores em 1944.
A aula foi encerrada com um piquenique nos jardins e os alunos gastaram muitas energias fazendo uso dos brinquedos (escorrega, gangorra, balanço) disponíveis na praça!
Os alunos avaliaram muito positivamente a atividade deste dia, além de terem aprendido muito, tiveram um "dia das crianças" antecipado.
Mais uma vez, nossa gratidão aos pais que concordaram que seus filhos participassem desta aula; agradecemos a alguns pais e funcionários que acompanharam a atividade e, agradecemos à SEDUC por mais uma vez nos fornecer o ônibus escolar para nosso transporte.
- Algumas curiosidades...
Mas, por que celebrar um dia de memória da cidade? A proposta foi apresentada à Câmara Municipal de Parnaíba pelo, então vereador, o Prof. Iweltman Mendes na sessão de 8 de outubro de 2008 e foi defendida em discurso do dramaturgo e teatrólogo Benjamin Santos, leia:



































































